Apresentando

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Apresentando os clássicos da Sociologia ao meu lado. Da esquerda para a direita: Karl Marx, Èmile Durkheim, Max Weber e Florestan Fernandes

domingo, 29 de maio de 2011

Aluno leva maconha para sala em aula sobre drogas

Reportagem da Gazeta do Povo

Um trabalho em sala de aula sobre maconha virou tema de sindicância e investigação policial ontem, em Curitiba. Durante uma apresentação na disciplina de Artes, na 8.ª série do Colégio Estadual Nossa Senhora de Fátima, no bairro Tarumã, um estudante teria levado a droga e mostrado aos demais alunos. A professora que acompanhava o grupo, ao invés de recriminar o rapaz, teria o encorajado a prosseguir a apresentação. 
A direção da escola se reuniu ontem à tarde com representantes da Secretaria de Estado da Educação (Seed) e da Patrulha Escolar da Polícia Militar depois que um pai entrou em contato para denunciar o caso, que teria ocorrido quinta-feira de manhã. O pai de uma aluna da turma, que preferiu não se identificar, informou à Gazeta do Povo que o estudante teria mostrado até como embalar a droga para o fumo e defendido que a maconha não é nociva à saúde. “É uma coisa que choca a gente. O professor devia pelo menos ter avisado uma autoridade. A minha preocupação é: como um aluno mostra maconha dentro da sala de aula?”, afirma.

Leia a matéria na íntegra clicando aqui

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Depoimento da Professora silencia Deputados e alegra a nossa Classe

Professora Amanda Gurgel, do Rio Grande do Norte, silencia Deputados em audiência pública. O seu Depoimento Resumiu o quadro da Educação no Brasil e especialmente as condições precárias de trabalho no seu Estado. RN/BRASIL. Sua fala certamente, é válida para muitas outras regiões do nosso país. Parabéns professora Amanda!

Veja o vídeo:

quarta-feira, 11 de maio de 2011

11 de maio: 'Dia de Mobilização Nacional - A Educação quer Mais'

Nesta quarta-feira (11), os professores e funcionários de escola da rede pública estadual de ensino têm um compromisso com as lutas da categoria e da educação pública brasileira. Hoje é o 'Dia de Mobilização Nacional - A Educação quer Mais'. Dessa forma, tem sido positivo a mobilização em Paranavaí, as aulas na Rede Pública hoje foram de 30 minutos e 100% aderiram, especificamente no Colégio Estadual de Paranavaí, os professores realizaram uma reunião para debater a pauta de reivindicações da categoria e para refletir sobre a atual conjuntura da política nacional de Educação. Os professores de Sociologia, Carlos e Maria Paiva, conduziram o debate entre os educadores (as) presentes.

Do site da APP

Este ano, os esforços da CNTE são pela implementação imediata do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN), julgado constitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e pela inserção no projeto do Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020) das emendas apresentadas pela sociedade civil durante a Conferência Nacional de Educação (Conae) em 2010. A luta também é pela destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação.
No Paraná, embora o governo do Estado já tenha se comprometido a implantar o valor do Piso aos professores, ainda não se posicionou em relação ao terço de hora-atividade. O desafio da categoria é garantir que a Lei do Piso seja aplicada na íntegra no Estado e nos municípios paranaenses.
Às 11h, professores de todo o Estado sairão das escolas e, por meio dos núcleos sindicais e comissões municipais, irão entregar uma carta compromisso aos prefeitos exigindo, entre outras medidas, o cumprimento do piso vinculado à carreira e da hora-atividade de 33%, conforme decisão do STF.
**Núcleo Sindical de Paranavaí** - Além dos debates realizados nas Escolas Estaduais, houve também, com as presenças de diretores do núcleo de Paranavaí, a entrega da carta compromisso para a secretária de Educação Aparecida Silveira Gonçalves e para o secretário de Comunicação Social de Paranavaí, Jorge Roberto Pereira da Silva, pois o prefeito Rogério Lorenzetti não se encontrava no município.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Continua a campanha para ajudar o filho da Professora Dalva Buti

Direto do site da APP


A família Buti, de Paranavaí, continua trabalhando arduamente para conseguir levantar a quantia necessária para realizar o tão sonhado tratamento com células tronco, na China, do jovem Valter Búti Júnior. Filho da professora Dalva Buti, no Núcleo Sindical de Paranavaí, o rapaz - conhecido como 'Binho' - sofreu um grave acidente automobilístico em 2006 (clique aqui para saber mais). Desde então, está confinado em uma cadeira de rodas.
O grande problema da alternativa é o custo. É preciso dinheiro para custear a viagem, transporte especial, intérprete (Mandarim/Inglês), hospital, hospedagem e alimentação. Segundo os cálculos serão necessários R$ 107 mil. Os interessados em apoiar a campanha da família para o tratamento do rapaz podem fazer doações (via depósito bancário) na seguinte conta:
Banco do Brasil
Agência 0381-6
Conta Corrente 24.940-8
Valter Buti Junior

Contatos com a professora Dalva:
dalvabertola@hotmail.com | (44) 9965-8441

**Está sendo vendido uma rifa de 01 Carro Fiat Uno Mille 0 KM no valor de R$40,00, aos interessados procurar o Professor Carlos no Colégio Estadual de Paranavaí no período da manhã ou noite. O sorteio será realizado no dia 07/05/2011 pela loteria Federal.**


domingo, 1 de maio de 2011

Elogio dos trabalhadores

Por Emir Sader - (Sociólogo)


O homem se diferencia dos outros animais por vários aspectos, mas o essencial é a capacidade de trabalho. Os outros animais recolhem o que encontram na natureza, enquanto o homem tem a capacidade de transformar a natureza. Para produzir as condições da sua sobrevivência, o homem transforma o meio em que vive, pela sua capacidade de trabalho, gerando a dialética mediante a qual ele modifica o mundo e ao mesmo tempo se modifica, intermediado pela natureza.
Ao longo do tempo, a constante das sociedades humanas é a presença dos trabalhadores, sob distintas formas – escravos, servos, operários -, responsáveis pela produção dos bens da sociedade. A forma de exploração da força de trabalho é que variou, definindo o caráter diferenciado de cada sociedade.
Porém, a exploração do trabalho por outras classes sociais fez com que o trabalhador não controlasse sua força de trabalho, produzindo para a acumulação de riquezas dos outros. O trabalho foi sempre um trabalho alienado, em que os trabalhadores produzem, mas não são donos do produto do seu trabalho, nem decidem o que produzir, como produzir, para quem produzir, a que preço vender o que produzem. E tampouco são remunerados pela riqueza que produzem, recebendo apenas o indispensável para a reprodução da sua força de trabalho. Quem se apropria do fundamental da riqueza produzida é o capital, que assim acumula, se expande, se reproduz, enquanto os trabalhadores apenas sobrevivem.
Um dos fenômenos centrais para a instauração do capitalismo foi o término da servidão feudal, com os trabalhadores ficando disponíveis para vender sua força de trabalho para quem possui capital. Estes vivem do capital e da exploração da força de trabalho dos trabalhadores, enquanto estes, dispondo apenas dessa força tem que vendê-la, para poder acoplá-la a meios de produção, nas mãos dos capitalistas.

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