Apresentando

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Apresentando os clássicos da Sociologia ao meu lado. Da esquerda para a direita: Karl Marx, Èmile Durkheim, Max Weber e Florestan Fernandes

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Há 60 anos, Rosa Parks se recusava a ceder lugar a um homem branco em ônibus



Há 60 anos, a costureira Rosa Parks se tornou referência na luta antirracismo nos Estados Unidos.
Na década de 50, em Montgomery, no Alabama, as leis de segregação racial ainda regiam a vida das pessoas.
E era comum que uma mulher negra ficasse escondida e em segundo plano quando próxima de uma mulher ou homem branco em algum ambiente público ou até mesmo na rua. Mas em 1 de dezembro de 1955, Parks fez história.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Imbecilidade sem limites

Simone de Beauvoir e a imbecilidade sem limites de Feliciano e Gentili


Por Djamila Ribeiro

Na última semana assistimos a um grande show de horror no Brasil. Uma questão na prova do Enem que trazia uma frase da filósofa francesa Simone de Beauvoir e o tema da redação que versava sobre a persistência da violência contra a mulher, causou falsa indignação e respostas tenebrosas por parte de alguns membros da intelligentsia (muita ironia, por favor) brasileira.
Marco Feliciano, em sua página de Facebook, desaprovou a questão. Disse se tratar de tentativa de doutrinamento e completou:
“A primeira pergunta apresentado na prova do Enen (sic) deste sábado versa sobre um assunto em que em todas as esferas legislativas de nosso país foi vencida e jogada no lixo, a teoria de gênero, algo que sutilmente tentaram nos incutir de forma sorrateira e rechaçada pelos parlamentares eleitos democraticamente pela maioria da população e que todas as pesquisas apontam como maioria de fé Cristã e conservadora”, opinou.
(...) Já escrevi sobre como o humor não está descolado dos valores da cultura, e o convidado descerebrado de Imbecili, Leo Lins, só comprovou isso ao dizer coisas do tipo: “Eu já li que a cada 12 segundos uma mulher sofre violência no Brasil, mas estou escrevendo a redação há 30 e não vi nenhuma apanhando”.
“Também é preciso ver quem fez a pesquisa... como saber se o sangue é de violência ou ciclo menstrual? Afinal, o sangue que sai de um corpo é o mesmo, não importa o buraco.”
Como disse Érico Veríssimo: “Quando os ventos de mudança sopram, umas pessoas levantam barreiras, outras constroem moinhos de vento”.
As três figuras aqui citadas querem permanecer erguendo as barreiras da ignorância, do desrespeito e machismo. Façamos moinhos de vento.


quarta-feira, 15 de julho de 2015

Ótimas opções de Cursos no Colégio Estadual de Paranavaí


As manifestações politizadas do Papa tiveram pouca repercussão nas pautas nobres da grande mídia. Mas e se ele tivesse defendido o liberalismo de direita?

Tarso Genro*
 
Vamos imaginar uma situação diferente da que aconteceu na semana passada, na qual o Papa asseverou que o capitalismo é uma “ditadura sutil”, que a concentração monopolista dos meios de comunicação impõe “pautas alienantes” e gera um “colonialismo ideológico”, e supor o que ocorreria se o Papa defendesse a redução das funções públicas do Estado, o direito a monopolizar a formação da opinião, o mercado desregulado e o império cultural dos países ricos sobre os países pobres. Convém notar, em primeiro lugar, que as importantes manifestações do Papa tiveram escassos reflexos nas pautas nobres da grande mídia, com exceção da Folha de São Paulo, e só foram expandidas, como informação, pelas “redes” alternativas de comunicação.
Creio que se o Papa tivesse defendido as posições já conhecidas do liberalismo de direita, teríamos o início de uma nova grande campanha contra o setor público, contra os pressupostos de um Estado Social de Direito e, certamente, um novo ciclo de propaganda dos “ajustes”, que tem massacrado as camadas sociais mais pobres de todos os continentes. Se o Papa tivesse adotado as posições já conhecidas da direita liberal, teríamos um novo ciclo de lavagem cerebral, de natureza ideológica, baseada num velho princípio que informou as saídas de crises,  sob governos comprometidos com os mais ricos: na hora de bonança e crescimento concentremos renda, na hora de perdas e recessão distribuímos os prejuízos para baixo.
*Tarso Genro foi governador do Estado do Rio Grande do Sul, prefeito de Porto Alegre, Ministro da Justiça, Ministro da Educação e Ministro das Relações Institucionais do Brasil.

sábado, 13 de junho de 2015

TEXTO: Tico Santa Cruz

Cresci numa família onde meus pais tinham uma orientação política de direita. Hoje isso é claro para mim. Sempre ouvi falar muito mal do Brizola. Das memórias que tenho dessa época - infância e início da adolescência - tanto por parte dos jornais, da TV e dos meus pais e amigos dos meus pais, a impressão que eu tinha era que o Brizola era algo próximo do Demônio, assim como suas ideias. "O cara que permitiu que o Rio de janeiro se tornasse uma grande Favela, que defendia bandido e mais um monte de afirmações que formavam uma imagem muito ruim desse homem." Até hoje, mesmo depois de ter me aprofundado em política e estudado o assunto, quando escuto o nome do Brizola, é impossível não me lembrar daquele monte de marteladas que ouvi a seu respeito. É um trabalho complexo na minha cabeça desconstruir aquela imagem. Quando conheci Darcy Ribeiro e seu projeto de Educação para o Rio de janeiro, com os CIEPS ou o Brizolão, que pretendia colocar as crianças em tempo integral nas escolas, entendi que ali havia um projeto para o País. Investir nas crianças, no tempo livre delas e em sua formação. O tempo passou e hoje vejo muitas pessoas dizendo que Brizola tinha razão. Aquela geração que foi subestimada, que não recebeu educação de qualidade, que não ficou em tempo integral nas escolas, cresceu, muitos sem qualquer qualificação e teve filhos… O ciclo bizarro que se sustenta e sustenta uma sociedade injusta socialmente e violenta. É estranho pensar que projetos de governo que tem um viés voltado para os mais pobres, para os mais humildes, para os que não recebem tanta atenção, normalmente acabam sendo mais cedo ou mais tarde massacrados. É essa confusão que me faz questionar por que rumos quero encaminhar minha energia. Porque aquilo que diziam que era "populismo" naquela época, hoje começa a ficar claro que era uma ação importante. Eu precisaria fazer uma viagem no tempo e me aprofundar nas políticas adotadas por Brizola, de uma forma geral, para saber se o que ele fez para o Rio de janeiro foi bom ou ruim - pela MINHA ÓTICA E NÃO PELO QUE ERA VENDIDO. Mas é um fato de que a sociedade Brasileira não tem o hábito de buscar e investir em projetos a longo prazo e depois fica querendo soluções imediatas. Há uma longa distância entre falar e fazer e nesse ponto os políticos são mestres e tem muito em comum. Falam mais que fazem. Mas essa é uma história que vou procurar conhecer melhor, porque parece que estou voltando a minha infância e ouvindo as mesmas coisas que ouvia naquela época. Só que hoje tenho mais recursos para saber se procedem ou se são mais uma tentativa de boicote a Justiça social que é tão importante para que o Brasil possa crescer. Acho que é algo que quero compartilhar com vocês, até para que os mais velhos possam dar seu depoimento a respeito dessa fase. Quem tinha Razão afinal?

Fonte: Tico Santa Cruz
TEXTO: Luis Guilherme Brunetta Fontenelle de Araújo

domingo, 31 de maio de 2015

A verdade sobre os salários dos Educadores (as)


Saiba como é composto os salários dos Servidores (as) da Educação Pública do Estado do Paraná, pois o Governo Beto Richa utiliza-se de dinheiro público para propagar inverdades e confundir a opinião pública no intuito de jogar a população contra os Educadores (as), não somos contra a transparência, somos contra manipulação e a maquiagem dos dados para enganar a sociedade, ora se porque o governador não é transparente com as despesas com seus comissionados, secretários e principalmente com o rombo nas contas públicas?

Nas últimas semanas, muitos perfis falsos e de assessores(as) ligados ao governo têm divulgado, nas redes sociais, salários de professores(as) e funcionários(as) da Educação. Supostamente, eles estariam tentado “desmascarar” a categoria, publicando os vencimentos destes(as) trabalhadores(as) para provar, à população, como os(as) educadores(as) ganham bem e não têm do que reclamar... Nada mais distante da realidade. Para entender como funciona a tabela de vencimentos de professores(as) e funcionários(as) de escola, veja abaixo:
Um(a) professor(a) ingressa no Estado para lecionar em salas de Ensino Fundamental nos anos finais (6º ao 9º ano) e no Ensino Médio. É obrigatório possuir Ensino Superior (Licenciatura Plena). Este salário é de R$ 1.236,62 por 20 horas ou R$ 2.473,24 por 40 horas. Um advogado, por exemplo, que ingressa no Estado com mesmo grau de escolaridade recebe o valor de R$ 3.194,45 para trabalhar por 40 horas, ou seja, 22% a mais que um(a) professor(a).
Este professor só pode avançar na carreira após três anos de estágio probatório, ou seja, durante este período ele fica com o salário congelado. A cada dois anos, o(a) professor(a) pode avançar até três classes na carreira (com avaliação de desempenho e cursos que participou), o que significa que pode ter direito até 5% de reajuste (em cada classe). Mas nem isto é garantido neste governo que, nos últimos anos, tem atrasado a implantação e pagamento dos avanços na carreira.

Saiba mais clicando site da APP Sindicato.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Lições da Greve


A greve dos servidores da Educação da Rede Pública do Estado do Paraná, completa hoje 24 dias, é a  segunda do ano de 2015 e a terceira da Gestão do atual governador.   A nossa greve tem muito a nos ensinar, ela tem sido pedagógica em todos os momentos, experimentamos sentimentos e emoções nunca vivenciados. Vimos de longe e de perto o ódio, a covardia e o descaso, daqueles que deveriam cuidar, proteger, enaltecer e defender uma expressiva categoria formada por pessoas, homens e mulheres que escolheram para o seu ofício, servir, educar e formar cidadãos e cidadãs para o pleno exercício da cidadania. Contudo, tivemos a certeza que o Ensino acontece também fora da sala de aula, além de conquistas na derrubada de secretários inimigos da Educação, conseguimos que o  nosso grito ultrapassasse os muros da Escola, mexeu com a sociedade, estremeceu corações e mentes, muitos se sensibilizaram para compreender a nossa luta por uma Educação Pública Gratuita e de Qualidade, mas como tudo não são flores, todo Movimento Social intenso, ideológico e organizado também desperta os reacionários, pessoas desprezíveis intelectualmente incapazes de debater ideias e propor soluções, vivem na escuridão de suas viseiras, oportunistas, usam a democracia como discurso mas querem distância do povo, seus maiores medos: a força popular organizada. 
Com essas palavras quero também me referir a uma tentativa torpe de alguns rapazes, daqui de Paranavaí, um deles, para minha surpresa, assessor parlamentar daquele que se diz "Representante do Noroeste", o Deputado Estadual Sebastião Medeiros, que coloram postagens nas redes sociais demonstrando a remuneração de Professores (as), no qual eu me incluo, mas como se não bastasse a visualização dos nossos vencimentos, redigiram um texto infame que se propagou de forma extremamente negativa, tentando fazer com que a sociedade se voltasse contra os Educadores (as) tentando a todo custo desqualificar a nossa greve, que na verdade, todos nós sabemos, que não tem sido por aumento salarial, mas por manutenção e respeito aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, e que se abrirmos mão hoje, amanhã sofreremos a retirada de mais algum direito e se pararmos de lutar, em outro momento, muito em breve não teremos mais Escola Pública e nem Universidade Pública. Neste sentido repudiamos tal atitude de quem não conhece a a história da nossa luta que recentemente completou 68 anos, aqui no Estado do Paraná, somos uma categoria que conquistamos, a duras penas, o nosso plano de carreira, que a dois meses o governador queria retirar, somos Educadores (as) e temos orgulho, estudamos muito, somos concursados, e ganhamos pouco pela missão que temos pela frente e pela responsabilidade de formar para as próximas gerações, por isso, convido vocês que acreditam mesmo que os professores são bem remunerados, façam a nossa rotina por uma semana apenas, fica aí a reflexão! Concluindo, quero dizer que toda sociedade nesse momento sofre com a gente, pedimos aos pais e aos alunos que somem conosco para pedirmos a retomada do diálogo que ficou só no discurso, são quase um milhão de alunos em todo Estado que deveriam estar nas ruas clamando, pedindo para que o Governo tenha mais respeito com a Educação e com seus Educadores (as), somente o governo Beto Richa e sua equipe pode resolver o impasse que ele mesmo criou pela falta de proposta e de diálogo, QUEREMOS MENOS BALA E MAIS GIZ! e vamos firmes que a Greve continua e a próxima aula é sobre CIDADANIA e vai acontecer na rua!

Professor Carlos


segunda-feira, 20 de abril de 2015

Povos indígenas no Brasil, onde?


 Dia do Índio no Brasil, é uma data "comemorativa" quase extinta, salvo algumas exceções, nada de concreto que ultrapasse o dia 19 de abril. As nações indígenas desaparecendo em ritmo acelerado, terras que ainda precisam ser homologadas, tribos "destribalizadas" pela ideologia dos dominadores, vasta e desenfreada urbanização e aumento de áreas dedicadas ao agronegócio, são fatores quase invisíveis aos olhos de grande parte das autoridades políticas e do povo brasileiro. Diante desse quadro conjuntural, nas escolas por exemplo, quase não se sabe quem são, onde estão e o que fazem além de "dançar a dança da chuva e se encherem de penas" . Ora, o que esperar, de uma educação que não busca a emancipação dos educandos, não forma para a cidadania, pois estamos cada vez mais preocupados com a sonda que está em marte do que conhecer os nossos irmãos indígenas, que moram a poucos quilômetros, no Paraná, por exemplo, temos três grandes nações indígenas: Guarani, Kaingang e os Xetá. Contudo, acredito no papel da Educação transformadora, que contribua para derrubar paradigmas, ideologias e esteriótipos que possam atrapalhar o entendimento e principalmente as nossas futuras relações humanas entre todos os povos.

(Professor Carlos - Sociologia)

Segundo o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),  a população indígena do Brasil é de 896,9 mil pessoas, distribuída em 305 etnias e 274 idiomas diferentes.
Mapari é a maior das três áreas, tem 157,2 mil hectares e está localizada entre os municípios de Fonte Boa, Japurá e Tonantins, no Amazonas. Os índios Kaixana habitam a terraA terra indígena Setemã pertence aos índios Mura e ocupa os municípios de Borba e Novo Aripuanã (AM). Possui área de 49,7 mil hectares.

Fonte: Portal Brasil

sábado, 28 de março de 2015

Número de filhos de beneficiários do Bolsa Família tem diminuído, diz pesquisa

PRECONCEITO
Os números de filhos até 14 anos por mulher, colhidos nas sucessivas edições da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad),  do IBGE, mostram que não passa de preconceito a visão de que as mães beneficiárias do Bolsa Família procuram ter mais filhos para receber mais dinheiro do governo. O pagamento por filho até 15 anos de idade é de R$ 35 mensais.
O valor pode chegar até R$ 77, no caso das famílias extremamente pobres, sem nenhuma renda. “Atribuem aos mais pobres um comportamento oportunista em relação à maternidade, como se essas mães fossem capazes de ter mais filhos em troca de dinheiro. Isso é puro preconceito”, analisa a ministra do  Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.
“Quem diz isso não pensa quanto custa ter um filho. É óbvio que este valor não paga o leite da criança e as despesas que virão depois. Além disso, o preconceito parte do princípio de que o que move as pessoas para a maternidade ou a paternidade é apenas uma motivação financeira”. (...)
Matéria completa clique no site: BRASIL

quarta-feira, 18 de março de 2015

As manifestações "pacíficas" do dia 15 de março!





Uma parcela significativa da sociedade paranavaiense saiu às ruas no último dia 15 de março, para "protestar", vestidos de verde-amarelo e com muita disposição, colocaram o bloco na rua para pedir, entre outros desejos, a intervenção militar, estado democrático, a saída da presidenta, moralidade na política e fim da corrupção praticada pelos políticos, é claro!
No Brasil, a data foi escolhida pelos seus organizadores, em âmbito nacional, não por coincidência, pois comemorávamos, na ocasião, o dia que a nossa, ainda, frágil democracia, completava 30 anos, sem dúvida uma data histórica e que merecia uma grande festa do povo brasileiro, afinal uma conquista pleiteada a duras penas, mas diante da atual conjuntura política econômica, assistimos, uma verdadeira "salada" de reivindicações, algumas, inclusive exigindo a monarquia, Salve Dom Pedro II, difícil de acreditar mas imagens captadas nos milhares de "selfies" provam a ignóbil ação de alguns indivíduos e grupos. Ora, parece que é uma obrigação ser politizado a qualquer custo, como se o pedigree intelectual que muito dessas pessoas nunca tiveram aparecesse agora em forma de revolta política, ou melhor de política infantilizada, semelhante à torcida de futebol, e o caminho mais fácil para se atingir esse status, é atacar a presidente, enfim, é só reproduzir um discurso e pronto, não imaginavam, que a coerção conjuntural os levasse a uma exposição ridícula. Eu não estive presente porque me deparei com um verdadeiro abismo de falta de politização e conhecimento histórico, palavras de ódio, machismo e cartazes desprovidos de consciência política. Tudo hoje é muito midiático, muitos não tem tempo para pesquisar, duvidar ou ler mais que uma página, não vi cartazes pedindo Reforma Política, ou qualquer referência ao nosso legislativo nacional, sou brasileiro e apoio a mobilização popular acreditando que seja a melhor maneira de assustar a classe política, mas daí, sair às ruas pedindo a “intervenção militar”, “prisão para Karl Marx”, “abaixo a pedagogia de Paulo Freire”, “impeachment da Presidenta” pra mim fica difícil a compreensão. Diante dos acontecimentos, chegamos a uma conclusão: precisamos mais do que nunca de uma Educação emancipadora, libertadora e crítica, por isso mais Paulo Freire, mais Marx, mas Weber mais Florestan Fernandes, mais Foucaut, mais Marilena Chauí, mais e mais ...Sociologia, Filosofia, História e Geografia, Artes e Letras…
Viva a Democracia!

Impeachment não é a resposta à atual crise.

Matéria da Carta Capital, *Por Rodrigo Rimon Abdelmalack, editor-executivo da DW Brasil.


"Ao sugerir que a solução para a corrupção endêmica seja a saída de Dilma, manifestantes evidenciam seu raso entendimento do regime democrático no país".

Centenas de milhares de pessoas foram às ruas participar das manifestações convocadas para este domingo 15 por organizações diversas em dezenas de cidades do Brasil e do exterior. O objetivo da maioria: cobrar o impedimento da presidente, acusando-a de envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras.

E não pode ter sido coincidência a escolha desta data para exercer este precioso direito garantido pela Constituição, já que neste dia nossa jovem democracia completou seus 30 anos, após a posse de José Sarney na Presidência, em 1985.

(...)Sobre esse cenário espalha-se ainda, como uma sombra, o novo moralismo, que carrega o debate político com discursos de ódio, potencializados, entre outros, pelo avanço da fração religiosa intolerante e pela falência do sistema educacional. E a corrupção, sempre a corrupção.

Viva a Democracia!

Leia a matéria na íntegra clicando AQUI.



quarta-feira, 11 de março de 2015

O estudante de escola pública que passou em 4 faculdades de medicina

"Nada como começar as aulas, noticiando o sucesso alcançado por um aluno de Escola Pública. Que essa notícia sensibilize não só estudantes mas toda a classe política do nosso país". (Prof: Carlos)


Aluno que estudou a vida inteira em escola pública conta como passou em 4 faculdades públicas de medicina.

Wester da Silva Vieira, de 19 anos e aluno de escola pública em Vitória da Conquista, foi aprovado em quatro universidades para Medicina após submeter a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu). (...)

“Estudei sozinho. Não fiz cursinhos, pois achei que o que precisava estava além daquilo, e também porque o preço estava salgado para o bolso da minha família”, contou o estudante, que teve 880 pontos na prova de redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e 735 nas provas objetivas. (...)

Clique aqui e veja a matéria completa:


Suspensão da Greve: uma lição de Cidadania!

         

Nem ACP e nem Coxa, a vitória é do povo Paranaense!


         Sempre é bom lembrarmos que em Governos Neoliberais, as greves não se encerram, mas pairam como um espectro, que atormentam os políticos e mobiliza os trabalhadores (as). Ficou provado de uma vez por todas que a luta, via movimentos sociais, é a grande ferramenta revolucionária de mudança.
          Foi uma verdadeira aula de cidadania realizada nas ruas em todo o Estado. Todos os paranaenses foram contemplados de alguma forma com a nossa luta: a Escola Pública foi revelada, a mídia golpista denunciada, deputados (as) foram desmascarados (as) e o Governador desaprovado por 76,2% da população do Paraná. Colocamos fim ao “tratoraço” e garantimos os nossos direitos sagrados de anos de lutas. Quero agradecer a cada um e a cada uma que, durante esses 28 dias que tivemos em greve, nos apoiaram e compreenderam que tudo que buscamos é a qualidade da nossa Educação Pública, Gratuita e de Qualidade. Para concluir vamos lembrar de uma célebre frase de Leonel de Moura Brizola: “A educação é o único caminho para emancipar o homem. Desenvolvimento sem educação é criação de riquezas apenas para alguns privilegiados.”