Apresentando

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Apresentando os clássicos da Sociologia ao meu lado. Da esquerda para a direita: Karl Marx, Èmile Durkheim, Max Weber e Florestan Fernandes

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Senador defende em livro a verdadeira REVOLUÇÃO NA EDUCAÇÃO!

 O senador Cristovam Buarque (PDT-DF), lançou na noite de terça-feira (22), no Conselho Nacional de Educação, em Brasília, o livro "A Revolução Republicana na Educação" (Ed. Moderna/ Fundação Santillana). Na obra, o senador defende a federalização do ensino básico, a criação de uma carreira nacional de magistério, com salários de R$ 9 mil para os professores, e o aumento do gasto por aluno, entre outras medidas.
Para o senador, "é preciso fazer uma revolução e criar um novo sistema escolar" que permita, em 20 anos, colocar o Brasil em um novo patamar educacional a um custo total de R$ 464 bilhões. No livro, Buarque diz que implementou algumas das
propostas em 2003, quando esteve à frente do Ministério. "O governo só dá importância às universidades, é preciso mudar a educação básica do país", afirma. Essas propostas tramitam em projeto de lei 320/08 na Comissão de Educação do Senado.
Segundo Buarque, com a federalização da educação básica, se tira dos estados e municípios as despesas com as escolas e transfere a responsabilidade para a União, que detém mais recursos. 

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

CHAPA 2 SEMPRE...!

Em nome da nossa Chapa 2, reprentada por mim, pela Professora Irene e pelo Professor Zé Carlos, queremos agradecer imensamente a grande aceitação e votação que tivemos no CEP, por parte dos nossos alunos, professores, funcionários e comunidade.
Trabalhamos muito para levar até a comunidade da nossa Escola uma mensagem de otimismo e de esperança de uma renovação necessária em todas as áreas da nossa Escola. Saímos vitoriosos e de cabeça erguida dessa eleição, porque realizamos uma campanha justa, ética e focada na melhoria da qualidade da Educação, conseguimos sair do senso comum e realizar uma proposta ousada do ponto de vista educacional e pedagógico, porque acreditamos que melhoria da qualidade da Educação é muito mais complexo do que se imagina. Para a nossa alegria os nossos alunos entenderam a nossa proposta como também os professores sinalizaram nas urnas a necessidade da Renovação e só não entenderam mesmo os pais que não participaram das nossas assembléias para conhecer os candidatos e nem as nossas propsotas, mas fica as reflexão: numa Escola do Porte do CEP em três dias de assembléias comparecer apenas 3 pais, onde, serão apresentados a eles quem vai dirigir a Escola e quais as propostas dos candidatos?(..) Bem, o mais interessante foi constatado no dia da eleição que para a surpresa de todos, compareceram para a votação 213 pais. Ora, para a grande maioria dos pais a Escola apresentava uma candidatura única, não conheciam a nossa chapa e muito menos as nossas propostas, portanto quero finalizar meus agradecimentos, dizendo que não estou lamentando a derrota e sim colocando alguns questionamentos, onde as duas chapas foram prejudicadas pelo não comparecimento dos pais nas assembléias ocorridas na Escola.         

CHAPA 1 VENCE AS ELEIÇÕES PARA DIRETOR DO CEP

A Chapa encabeçada pela pedagoga Adélia Paixão, venceu as eleiçoes para Diretor do CEP com 56,67% dos votos contra 43,33% da Chapa 2, representada por mim, Professor Carlos.
A eleição trascorreu de forma bastante tranquila, tirando evidentemente, alguns excessos considerados normais para um dia diferente numa escola que tenha disputa para a direção. Houve quórum significativo dos professores, funcionários, alunos e pais. Desejamos imensamente sucesso à nova diretoria e que eles consigam realizar tudo aquilo que almejaram durante a campanha, pois esperamos ansiosamente, as melhorias necessárias pra nossa Escola, que precisa muito da garra e da competência dos futuros gestores. Como Professor de Sociologia vamos acompanhar junto com a comunidade, vamos participar e somar para que tudo se realize conforme as propostas apresentadas.

domingo, 20 de novembro de 2011

Dia 20 de Novembro - dia Nacional da Consciência Negra

A lei N.º 10.639, de 9 de janeiro de 2003, incluiu o dia 20 de novembro no calendário escolar, data em que comemoramos o Dia Nacional da Consciência Negra. A mesma lei também tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira. Com isso, professores devem inserir em seus programas aulas sobre os seguintes temas: História da África e dos africanos, luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional.
Com a implementação dessa lei, o governo brasileiro espera contribuir para o resgate das contribuição dos povos negros nas áreas social, econômica e política ao longo da história do país.
A escolha dessa data não foi por acaso: em 20 de novembro de 1695, Zumbi - líder do Quilombo dos Palmares- foi morto em uma emboscada na Serra Dois Irmãos, em Pernambuco, após liderar uma resistência que culminou com o início da destruição do quilombo Palmares.
Então, comemorar o Dia Nacional da Consciência Negra nessa data é uma forma de homenagear e manter viva em nossa memória essa figura histórica. Não somente a imagem do líder, como também sua importância na luta pela libertação dos escravos, concretizada em 1888.
Ver texto completo no link do IBGE

sábado, 12 de novembro de 2011

Florestan Fernandes, um militante do ensino democrático

O sociólogo não só refletiu sobre a escola brasileira, apontando seu caráter elitista, como atuou pessoalmente em defesa da educação para todos.
Florestan Fernandes (1920-1995) foi um dos mais influentes sociólogos brasileiros, mas muitos o chamavam de educador sem saber que isso o incomodava em sua modéstia. O equívoco tinha razão de ser. Vários escritos de Florestan tiveram a educação como tema e sua atuação na Câmara dos Deputados, já no fim da vida, se concentrou na área do ensino. Além disso, a preocupação com a instrução era um desdobramento natural de sua obra de sociólogo. "Em nossa época, o cientista precisa tomar consciência da utilidade social e do destino prático reservado a suas descobertas", escreveu. 
Como o italiano Antonio Gramsci (1891-1937), Florestan militava em favor do socialismo e não separava o trabalho teórico de suas convicções ideológicas. Ainda que com abordagens diferentes, ambos acreditavam que a educação e a ciência têm, potencialmente, uma grande capacidade transformadora. Por isso, deveriam ser instrumentos de elevação cultural e desenvolvimento social das camadas mais pobres da população. "Um povo educado não aceitaria as condições de miséria e desemprego como as que temos", disse ele em entrevista a NOVA ESCOLA em 1991. "A escola de qualidade, para Florestan, não era redentora da humanidade, mas um instrumento fundamental para a emancipação dos trabalhadores", diz Ana Heckert, docente da Universidade Federal do Espírito Santo.  
Artigo na íntegra: REVISTA NOVA ESCOLA 

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Concurso de Remoção: sai o resultado

De acordo com o edital nº 104/2011, que ordenou o processo relativo ao Concurso de Remoção para os professores do Quadro Próprio do Magistério (QPM), foi divulgado nesta quarta-feira (9) o resultado (clique aqui para ver). O documento também informa aos candidatos que o prazo para recursos inicia nesta quinta-feira (10) e encerra amanhã (11). Os recursos, segundo o edital, devem ser entregues nos Núcleo Regional de Educação ao qual pertence o candidato "por escrito e corretamente instruído". 

Fonte: site da APP

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Tablets na escola pública: solução ou ouro de tolo?

by GABRIEL MALLET MEISSNER
Sou um grande entusiasta do uso da tecnologia para fins pedagógicos, com o objetivo de facilitar o aprendizado e estimular a inclusão digital. Ao mesmo tempo, fico preocupado com a febre que vê na tecnologia uma panacéia para todos os males. Isso está acontecendo no Brasil e é urgente discutirmos em que casos novos recursos tecnológicos podem, de fato, exercer impacto positivo sobre a educação e em quais isso seria apenas uma maquiagem tecnológica, igual a maquiagem verde/ greenwashing que muitas empresas fazem para parecer mais sustentáveis e “ficar bem” na opinião dos consumidores. (...)

O raciocínio é simples. Se um aluno não consegue aprender com um livro em papel, ler o mesmo livro em formato digital não representa ganho algum. Vai continuar sem aprender. Se os tablets forem implantados na rede pública sem se refletir qual seria a melhor metodologia para que o seu uso realmente faça alguma diferença, será puro ouro de tolo. Para isso, seria muito necessário que o Ministério da Ciência e Tecnologia e o Ministério da Educação trabalhassem em conjunto para discutir uma reforma pedagógica para incluir novas tecnologias eficientemente. (...)

Isso vale para qualquer outro recurso tecnológico que seja adotado pelas escolas públicas, não somente tablets. É perigoso nos deslumbrarmos com novas tecnologias e vermos nelas uma solução definitiva para qualquer problema, sem questionarmos o cenário de um ponto de vista mais amplo e profundo.

Ver artigo na íntegra clicando aqui