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Apresentando os clássicos da Sociologia ao meu lado. Da esquerda para a direita: Karl Marx, Èmile Durkheim, Max Weber e Florestan Fernandes

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

MEC apresenta proposta para deixar aluno mais 20 dias por ano na escola

 O ministro da Educação, Fernando Haddad, apresentou nesta quarta-feira (21) em Brasília o resultado de uma pesquisa que levou o MEC a avaliar o aumento de até quatro semanas no calendário letivo da educação básica do país no sistema público e privado. Atualmente, o Brasil tem 200 dias, como prevê a Lei de Diretrizes e Bases (nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996) no ano letivo e carga horária de 800 horas. O ministro propõe um amplo debate sobre a ampliação da carga horária escolar para 220 dias ao ano.
"Sempre que o MEC se vê diante de uma evidência forte que algo pode melhorar a partir da descoberta de um estudo temos que perseguir este objetivo", disse Haddad. O ministro vai discutir a proposta com secretários de educação estaduais e municipais. Ele espera concluir o debate este ano para que a proposta seja encaminhada ao Congresso Nacional em 2012 para votação. "Nenhum país com bom desempenho tem uma carga horária de 800 horas", disse o ministro. "O Chile tem carga de 1.200 horas por ano e o nosso desempenho hoje é equivalente ao que o Chile tinha no ano 2000."
Veja a matéria na íntegra na página do G1
***comentário do Professor Carlos***
O Ministro comete um erro homérico em comparar o Brasil com países desenvolvidos como o Chile por exemplo, que investe 7,5% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em educação. Uma cifra considerável que supera vários países desenvolvidos como a Finlândia ou os Estados Unidos, entre outros e até o ano 2015 deverá superar 10% do seu PIB em Educação. Portanto o Brasil avançou sem dúvida em Educação, mas reconhecemos, todos nós, que o avanço é muito tímido comparado com os nossos vizinhos latinos, como Argentina, Uruguai e Chile. 

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