Apresentando

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Apresentando os clássicos da Sociologia ao meu lado. Da esquerda para a direita: Karl Marx, Èmile Durkheim, Max Weber e Florestan Fernandes

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Colégio Estadual recebe o Grupo de Jovens Emanuel



  A medida que o Capitalismo avançou nas sociedades pós-moderna, as relações sociais no tocante ao comportamento dos indivíduos também sofreram profundas transformações.  Nessa teia de relações sociais fica evidente que não há patologia social mais complexa e tão dependente de explicações, quanto os desvios de conduta relacionados ao uso de drogas, seja ela lícita como a bebida alcoólatra ou as mais perversas como o crack, a cocaína, e outras que surgem e se aperfeiçoam a cada dia.
Muitas ações elaboradas e reelaboradas pelo Estado fracassaram e pensando no problema a Instituição que mais vem se destacando para combater esse inimigo, que são as drogas, vem sendo as Igrejas Católica e Evangélica. Aqui em Paranavaí o trabalho do grupo de jovens Emanuel, criado pela iniciativa do conhecido Pe. Adão da Paróquia do Ipê, vem colhendo bons frutos, como por exemplo, realizando nas Escolas Públicas da cidade, um momento de reflexão com cânticos e louvores voltados à reflexão da fé cristã e principalmente ao tema das drogas que infelizmente se alastra em nossa cidade alcançando números assustadores comparados proporcionalmente aos grandes centros.

Contribuição da Sociologia

A Sociologia procura conhecer a natureza e a extensão do uso ilegal das drogas e seus padrões históricos, sociais e políticos. Lidando com uma variedade de práticas, não com um fenômeno único, a Sociologia se interessa pelo significado simbólico da droga e sua consequência nas relações sociais numa determinada sociedade.

10 comentários:

Anônimo disse...

Olá prof. Carlos, discordo de sua assertiva: [...]Estado fracassaram e pensando no problema a Instituição que mais vem se destacando [...] O Estado historicamente encontrou no serviço caritativo das instituições religiosos uma forma de se desresponsabilizar de algo que lhe era de atribuição própria. Hoje o Estado brasileiro vem tentando responder a estas demandas de combate e prevenção das drogas, mas ainda está longe de dar uma resposta desejada por todos nós, uma vez que a problemática tornou-se imensamente complexa com o surgimento de drogas cada vez mais letais. O Estado que é Laico tem que tratar este problema com os recursos científicos dos quais disponibiliza e sobretudo, combater a oferta das drogas em sua fonte - e isto, é mais complexo ainda pq ali há interesses obscuros demais para que possamos compreender...

André - aluno de sociologia disse...

Não que eu seja contra as instituições em relação a este trabalho, mas é romantismo demais diante de um problema tão grave quanto é o das drogas. Precisamos exigir do governo uma posição mais firme em relação ao combate e prevenção das drogas como disse a pessoa no comentário anterior.Quem trafica não é o pobre da boca na periferia. Os verdadeiros chefes do tráfico moram em mansões e andam engravatados e circulam livremente nas rodas sociais das elites. A corrupção no meio policial como foi denunciado esta semana nos telejornais é apenas um grão na imensidão da areia da praia. Estas instituições religiosas como disse o comentário anterior muitas vezes não passam de símbolos romanticos para angariar dinheiro e fazer propaganda política gratuita para políticos e empresários espertos. Vamos às ruas pedir que o governo faça um projeto nacional de combate às drogas desde as fronteiras e faça um pente fino para diminuir que as drogas cheguem as nossas cidades e vamos fazer mais campanhas demonstrando os perigos das drogas.

ludimila disse...

concordo andré, assino em baixo.

diegão disse...

professor estamso fazendo trabalho de sociologia aqui no paraná digital e resolvemos comentar seu post. esse pessoal religioso é careta demais para os nossos manos. então pra chegar nos manos é preciso ir com um conteúdo diferente, conteúdo de mano entende. não adianta chegar com conversinha e cantoria bonita. tem mano demais nas drogas. eles precisam de emprego - sabe, ganhar dinheiro, precisam de atenção do estado, precisam de esclarecimento - educação...

gabriel lima disse...

só de ouvir esse pessoal do emmanuel eu fico deprê e prefiro uma lancho ahhhhh dá um tempo manos

RENAN batata disse...

Karl Marx entendia que a religião era ópio do povo, hoje ele diria é crack do povo, não dá pra trocar droga por droga professor carlos, vc entende né pra um sábio que nem vc meia palavra basta

camilinha disse...

professor carlos o pprimeiro comentário é do nosso professor amigo seu. entreguei

Donizete disse...

camila é cagueta gente. eu penso que temos que cobrar do governo mesmo.pagamos impostos e temos que exigir nossos direitos. o governo em paranavai tá mal, aproveito pra dizer que nao consegue nem tapar buracos das ruas. ta melhor andar nas estradas rurais que dentro da cidade kkkkkkkk ohhhh povo não vota mais em empresário e latifundiário não, vota no cezar alexandreeeee ou no ailson pelo amor de meus filhinhos

Carlos Sociólogo disse...

Olá anônimo,
Eu concordo com a sua análise, e talvez eu não tenha sido feliz na colocação. O Estado realmente ainda está longe de tratar o problema das drogas e as tentativas tem sido falhas, ao deixar para as instiuições religiosas essa responsabilidade, as drogas precisam ser encaradas como fato social, ou seja, precisa ser cientificamente e socialmente estudadas e encaradas pelo Estado.

Professor Carlos disse...

Quero agradecer todos os comentários, adorei a participação de vocês, me senti um blogueiro, rsrsrs!